O que nasceu como
curiosidade
virou destino

E hoje, segue revelando beleza a quem ousa chegar mais perto.

Simpliciano de Oliveira Lima Filho foi o homem que deu início a tudo. Mesmo sem ser o descobridor da Gruta, foi ele quem fez diferente: abriu caminho para que o mundo pudesse ver.

Com um facão na mão e coragem na outra, guiou os primeiros passos, apontou os encantos e deu início a uma história que hoje move milhares de pessoas.

Sem alarde ou espetáculo, apenas respeito e a certeza de que aquilo era maior do que ele.

Assim nasceu o turismo na Lapa Doce. E até hoje sua família mantém o que ele começou: com os pés no chão e os olhos atentos ao que essa terra ainda tem para ensinar.

O nascimento do
turismo espeleológico
em Iraquara

Tudo começou com um facão e uma lamparina. Foi assim que os primeiros visitantes entraram na gruta da Lapa Doce, guiados pelo instinto e pela coragem de compartilhar um lugar escondido.

As visitas cresceram no boca a boca. Famílias, curiosos e aventureiros chegavam sem placas ou estrada, mas encontravam acolhimento. Cada trilha aberta, cada lanterna improvisada, cada passo no escuro era também um passo para o futuro da cidade.

Nesse ritmo nasceu o turismo em Iraquara. Um movimento pequeno que logo conectou famílias, gerou renda e revelou um tesouro geológico e humano para o Brasil inteiro.

A nova geração que cuida do que nasceu com amor

Antes da fama, já havia olhos atentos para a grandeza da Lapa Doce. Foi Simpliciano quem abriu o caminho, e hoje são filhos e netos que mantêm viva essa herança: coragem, respeito e amor pela terra.

Dessa continuidade nasceram parcerias com universidades, ações de educação ambiental e o reconhecimento da Unesco como Posto Avançado da Reserva da Biosfera. Mais que um título, é a prova de um cuidado diário com cada visitante e cada palmo de chão.

Linha do Tempo

1986
1992
2000
2022
Descoberta e primeiros acessos
Abertura oficial para visitas
Reconhecimento pelo ICMBio
Tornou-se posto avançado da Unesco